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O Sem Choro é um Guia Infantil voltado para os pais. A Criança é o tesouro. Nós somos o mapa.

Quando nasce um pai?

Paternidade

Você já deve ter ouvido essa frase, mas no lugar da palavra “pai”, estava “mãe”. Não temos o costume de falar sobre como é esse processo para o homem (que, como veremos mais adiante, é muito diferente do que para a mulher), mas fato é, quando nasce um filho, nasce também um pai.

Olá, Papai e Mamãe! Tudo bem?

O texto desse mês é dedicado aos papais, e nós vamos falar sobre o momento em que “nasce um pai”.

Você já deve ter ouvido essa frase, mas no lugar da palavra “pai”, estava “mãe”. Não temos o costume de falar sobre como é esse processo para o homem (que, como veremos mais adiante, é muito diferente do que para a mulher), mas fato é, quando nasce um filho, nasce também um pai.

No caso da mulher, que sente a emoção de gerar uma criança, que sente seus movimentos, e que culturalmente foi “preparada” para esse momento, o “se tornar mãe” vai acontecendo desde a gestação. Já para o homem, esse período, é ainda abstrato, distante. Então, o pai nasce apenas quando segura o filho nos braços pela primeira vez?

Talvez um pai nasça na infância, no desejo de ser o super-herói de alguém, de dividir o amor pelo time de futebol, os segredos e cumplicidade dos homens. Ou talvez nasça para cercar uma menininha de mimos, realizar seus sonhos, e protegê-la dos perigos do mundo. O homem desde a infância traz consigo o desejo de se tornar um herói um dia, e quando o filho chega isso se torna real. O filho sempre vê o pai como um super-homem, invencível e incrível; para a filha, o pai é o príncipe que sempre a resgata dos perigos nesse mundo de sonho e fantasia.

A verdade é que não há uma resposta que responda à pergunta de “quando nasce um pai?” Alguns ocorrem na infância, outros no período da gestação e outros ainda quando o filho nasce. A experiência de cada um é única e singular, e essa resposta está baseada na história de vida de cada homem, no desejo pelo pequeno ou pequena que está por vir.

Independente de quando tenha acontecido com você, o seu papel é extremamente importante na vida daquele serzinho; ele depende única e exclusivamente de você e você é e sempre será a sua maior referência de amor, afeto, proteção e segurança.

Apesar de que muito se fala sobre a interação mãe-bebê nos primeiros meses de vida da criança, o seu papel é muito importante aqui também. O bebê se vincula ao pai tanto quanto a mãe, porém, de maneira diferente; enquanto a mãe possui uma maneira mais calma e verbal de brincar com a criança, você, pai, utiliza de brincadeiras mais físicas e calorosas, levantando e balançando os bebês no ar (coisa que eles adoram!) Em consequência disso, enquanto a mãe é aquela a quem é mais provável que a criança recorra para obter carinho e conforto, o pai é frequentemente o companheiro de brincadeira preferido.

Assim, eu lhe desejo um Feliz dia dos Pais, repleto de muitas brincadeiras com seu pequeno e pequena.

Um abraço e até mês que vem!

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Amanda Ferraz-Portal Sem Choro

Amanda Ferraz, psicóloga infantil, graduada pelas Faculdades Integradas Pitágoras de Montes Claros – MG, especialista em Docência do Ensino Superior pela Faculdade Iseib de Belo Horizonte, Tutora EaD, Membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade e Psicóloga da Rede Psicoterapias. Em BH atua na clínica com atendimento para crianças, adolescentes, além de orientar e ministra palestras e cursos para pais.

Contato: amandafoliveira1@gmail.com • +55 (31) 97553-1837

 

 

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